
Percorro-lhe os caminhos longínquos, de peles redobradas, onde não vês nada - Sentes tudo.
Percorro lentamente. Não tenho pressa. Não tenho nada. Ouço "vem amor...". Abro os braços,
e entrego o ouro, entrego o mundo, procuro o gozo. O teu tudo. E volto a te procurar sulcos pelo corpo,
caçando-te com a língua mole, os caminhos todos.
Vulva, volvo, contorno. Suspiro, quase tonto.
Volto. De novo.
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