sexta-feira, 11 de julho de 2008


Percorro-lhe os caminhos longínquos, de peles redobradas, onde não vês nada - Sentes tudo.

Percorro lentamente. Não tenho pressa. Não tenho nada. Ouço "vem amor...". Abro os braços,

e entrego o ouro, entrego o mundo, procuro o gozo. O teu tudo. E volto a te procurar sulcos pelo corpo,

caçando-te com a língua mole, os caminhos todos.

Vulva, volvo, contorno. Suspiro, quase tonto.

Volto. De novo.

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