
“Sinceramente, descobri que não sei dividir corpos, principalmente, especialmente e unicamente o teu, com quem quer que seja. Preciso de ti, para continuar escrevendo da forma tosca a que estou habituada e gosto; preciso da tua pele roçando a minha, da tua barba, teus rompantes, tuas aulas de astronomia e da insensatez do meu coração quando estou ao teu lado”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário