
É tão engraçado como ventos de chuva
Me assobiam teu nome.
É tão difícil cruzar qualquer rua
Perto de alguma árvore, sem lembrar de nós próprios
Em frente aquela casa amarela.
Tudo me lembra tuas mãos pequenas,
Teu dorso largo
Tua voz grave e teu cigarro.
Sinto falta de nós
Sinto dores em andar só
E fico ouvindo ventos em tardes quentes
E vendo reviravoltas de tempos.
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