sábado, 12 de julho de 2008


É tão engraçado como ventos de chuva

Me assobiam teu nome.

É tão difícil cruzar qualquer rua

Perto de alguma árvore, sem lembrar de nós próprios

Em frente aquela casa amarela.

Tudo me lembra tuas mãos pequenas,

Teu dorso largo

Tua voz grave e teu cigarro.

Sinto falta de nós

Sinto dores em andar só

E fico ouvindo ventos em tardes quentes

E vendo reviravoltas de tempos.

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