
“Entardeci e anoiteci teus olhos, de um janeiro quase sem chuvas
Teu odor âmbar em meu corpo
Não abandona nem com banho quente
És meu amigo amiúde, meu amor amoral,
minha amora madura
de aprazíveis e doces “vez em quando”
minha amplitude, meu amparo
amoroso e quase perfeito
minha amuada andadura
e por vezes, o oco do meu peito.”
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